Vestimentas que protegem

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Em artigo publicado pela revista CIPA; Rafael Massei, diretor da Massei Uniformes comenta:

Que as roupas contra queimaduras por arco elétrico exigem uma avaliação de sua natureza e das práticas de trabalho e não apenas por semelhança com os demais agentes térmicos. São três normas para testes de tecidos e roupas para proteção contra queimaduras por arco elétrico: a ASTM-F 1959/F1959M, IEC-614882 e CE-NELEC ENV 50354:2000, da comunidade europeia. No Brasil costuma-se utilizar a ASTM 1959.
“Os testes de ensaio são feitos em manequins vestidos com os tecidos, com a aplicação de uma energia para gerar o arco. É importante que as vestimentas sejam utilizadas exatamente para os fins a que se destinam e que sigma corretamente as instruções de uso e de lavagem indicadas pelo fabricante”, explica. Segundo ele, as novidades são quanto a composição e a gramatura dos novos tecidos. Hoje em dia é possível conseguir a mesma resistência à energia térmica com tecidos cada vez mais leves.
Rafael confirma que a tecnologia das vestimentas contra arco elétrico tem evoluído bastante. “Temos diferentes composições têxteis que são utilizadas na fabricação de vestimentas de proteção para risco térmico do arco elétrico e fogo repentino e que têm demonstrado eficiência para a proteção do trabalhador. O mais importante no momento não é o tipo de vestimenta de proteção e, sim, o desempenho esperado para o risco identificado”, diz.
Fonte: Revista CIPA, Ed. 451, Abril de 2017, Pág. 51.

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